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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Núcleo da Rede Um Grito pela Vida de Curitiba participa de homenagem feita às famílias de doadores e instituições parceiras da campanha "Doação de Órgãos - Fale sobre isso". É preciso informar para combater o tráfico de pessoas para retirada de órgãos.

A Rede Um Grito pela Vida, núcleo de Curitiba, participou hoje, 27 de setembro, Dia Nacional do Doador de Órgãos e Tecidos para Transplantes, das homenagens feitas às famílias de doadores e instituições parceiras da campanha "Doação de Órgãos - Fale sobre isso".  Esta é uma iniciativa da Secretaria de Saúde, realizada por meio do Sistema Estadual de Transplantes do Paraná. Desde a Campanha da Frateridade de 2014, a Rede tem realizado diversas campanhas com a Central de Transplantes como uma das formas de combate ao tráfico de pessoas para a retirada ilegal de orgãos humanos. 


Para ser doador basta avisar a família, pois é ela que permite ou não a doação de órgãos após a morte encefálica de um ente querido. A doação de órgãos dentro dos padrões da lei e da ética não fere a fé cristã, conforme podemos conferir na Encíclica "O Evangelho da Vida, número 86, do Papa João Paulo II".




Frei Luiz - Articulador da Rede - Núcleo Curitiba

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Rede realiza exposição itinerante dos seus 10 anos no Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos

A Rede Um Grito Pela Vida realizou exposição itinerante dos seus 10 anos no Encontro Brasileiro de Universitários Cristãos -EBRUC, que aconteceu em Manaus, no período de 7 a 10 de setembro, no La Salle.
"Onde está a juventude estamos também, com o objetivo de prevenir e informar sobre o Tráfico Pessoas".

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domingo, 10 de setembro de 2017

De mãos dadas a serviço da vida - VIDES-NE

Encontro de voluntariado Vides Nordeste, com a presença dos jovens de Recife, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, realizado em Gravatá, junto às Salesianas. Temas: Tráfico de Pessoas e Voluntariado Jovem.

"Um dia muito proveitoso falando sobre tráficos de pessoas e voluntariado". 
(Fátima Oliveira - Articuladora da Rede Um Grito pela Vida)

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Um grito pela Vida no Grito dos Excluídos e Excluídas 2017

Basta de corrupção! Basta de exploração!

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A Rede Um Grito Pela Vida participou da 23ª Edição do Grito dos excluídos e excluídas junto com as Pastorais Sociais, Cáritas, Movimentos populares, sindicatos e os setores da Arquidiocese. Caminhamos pela rua Itaúba até a bola do produtor na zona leste de Manaus, um encontro de irmãs e irmãos que somaram seus gritos a tanto outros gritos, religiosas, religiosos, leigas, leigos, crianças, juventude e comunidade reivindicando os direitos que lhe estão sendo cerceados. O meio ambiente também foi lembrado, porque tudo está interligado. A Amazônia é nossa! (Sandra Loyo)

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Grito dos Excluídos em BH

Vida em primeiro lugar. 
Nenhum direito a menos. 
#gritopelavida#crbminas 

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Debate Público em Comemoração aos 10 anos da Rede Um Grito pela Vida - Notícias de Teresina


Na última segunda-feira dia 04 de Setembro a Rede Um Grito pela Vida realizou em comemoração aos seus dez anos de existência, Debate Público sobre Tráfico de Pessoas e seus desdobramentos no Plenarinho da Câmara Municipal de Teresina. O evento reuniu a sociedade civil, poder público, judiciário e sociedade em geral, tendo sido realizado em parceria com o Centro da Juventude Santa Cabrini, Coletivo Mulheres Articuladas, Associação das Prostitutas do Estado do Piauí (APROSPI), União das Entidades Comunitárias da Zona Sul (UNECOST), Câmara Municipal de Teresina, Secretaria Municipal de Políticas Integradas (SEMCASPI) através da Gerência de Direitos Humanos e Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e várias congregações religiosas. 


Durante o evento foi formado um Comitê Municipal Provisório que se reunirá daqui a aproximadamente dois meses de posse de relatório com dados atualizados da Polícia Rodoviária Federal que apontará mapeamento destas vulnerabilidades relacionadas ao Tráfico de Pessoas no Piauí. Outras conquistas deste evento que podem ser pontuadas será a ampliação do debate em audiência pública na Câmara com o apoio da vereadora Teresa Brito; a continuidade da prevenção com atores sociais; trabalho contínuo para alcançar visão holística da temática nas áreas da segurança, justiça, assistência social e educação, envolvendo secretariais municipais e sociedade civil, com a possibilidade de organização de caravanas itinerantes ara cidades do interior.

Freira comboniana responde ao "grito de dor" de vítimas do tráfico de pessoas

IHU, 31 de agosto de 2017

"Você sabe de onde veio o ouro em seu crucifixo?", perguntou Simone Blanchard, especialista em comércio ético do Catholic Relief Services. Em vários casos, explica, quem conseguiu o ouro foram crianças no Peru, forçadas a trabalhar nas minas. Isso ilustra o alcance global do tráfico de pessoas, cujo lucro é estimado em US$ 150 bilhões por ano, sendo a terceira indústria ilegal mais lucrativa do mundo.
A reportagem é de Inés San Martín, publicada por Crux, 30 -08-2017. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.
Irmã Gabriella Bottani dedicou a maior parte do seu ministério à luta contra o tráfico de pessoas, problema com que se deparou pela primeira vez em meados da década de 90. Quando ainda estava em formação, contou, e era voluntária em um centro Caritas, em Roma, conheceu uma mulher chamada Lina.
Lina não era como qualquer outra jovem. Era uma albanesa que tinha sido traficada para a Itália e explorada através de prostituição. Seu "salário"? Menos de US$ 1,50 por cliente - e, como bônus perverso, também contraiu HIV.
Uma noite, Lina chegou ao centro para as mulheres sem-teto em que ela estava ajudando, e até hoje a freira comboniana não consegue esquecer os grandes olhos castanhos que pediam ajuda: queria sair da vida em que estava presa.
"Estávamos com tudo pronto para ela ir para um local seguro, mas quando chegou o dia, não apareceu", disse Bottani ao Crux.
Duas semanas depois, Lina retornou à casa coordenada pela Caritas Italia, uma rede afiliada ao Vaticano de grupos de caridade católicos em todo o mundo.
"Disse que queria sair da rua, mas quem estava a explorando - não usou essa palavra, mas era o que queria dizer – conhecia sua família", disse Gabriella Bottani, lembrando suas palavras ao contar que tinha um filho pequeno: "Tive que escolher entre a minha vida e a vida do meu filho. Escolhi a do meu filho."