terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lançamento do jogo educativo Rede pela Vida - Enfrentando o Tráfico de Pessoas

Apresentação

A pedagogia nos ensina o quanto é importante usar o lúdico no trabalho com crianças e adolescentes. Imagens, palavras e dinâmicas nos auxiliam na abordagem de temáticas da realidade social.




Considerando dados que indicam que as crianças e os adolescentes são os mais vulneráveis ao aliciamento pelas redes da Exploração Sexual e do Tráfico de Pessoas; conscientes de que a informação é a principal ferramenta para coibir essas práticas; e visando a construção da cidadania e o protagonismo desta geração por meio da formação da consciência crítica, temos a alegria de apresentar o JOGO PEDAGÓGICO REDE PELA VIDA. Nosso objetivo é contribuir na prevenção ao Tráfico de Pessoas, chamando as crianças e adolescentes a conhecer e protagonizar o enfrentamento desta realidade criminosa que destrói os sonhos e as vidas de tantas pessoas.

Os jogos são instrumentos que pertencem ao universo do brincar, da imaginação, da emoção, do prazer e da criatividade. Almejamos fazer do jogo REDE PELA VIDA uma ferramenta que possibilite às crianças e adolescentes o envolvimento com a realidade, utilizando a inteligência, a criatividade e o desenvolvimento do protagonismo para despertar sentimentos
e práticas de vigilância, solidariedade consigo mesmas e com as pessoas em situação de Tráfico Humano.

A Rede Um Grito pela Vida agradece a equipe de elaboração, formatação e direção criativa deste jogo pedagógico: Irmã Cecília Castro Gomes, Professora Vanessa Mariano Domingues e à Comunicadora e Articuladora Social, Fernanda Soares de Miranda Santos, pela dedicação, habilidade e competência no trabalho realizado.

Almejamos, enfim, que o presente material seja mais uma ferramenta na defesa e cuidado da vida numa perspectiva de luta contra o Tráfico de Pessoas, especialmente das crianças e adolescentes. Que este seja um instrumental capaz de alimentar na garotada o sonho e a possibilidade de superação dessa triste realidade, tendo como base de informação e inspiração o processo de conscientização e libertação que se apresenta na dinâmica do jogo.

BOM JOGO A TODAS E TODOS!

Ir. Eurides Alves de Oliveira
Coord. da Rede Um Grito pela Vida



"Considerando dados que indicam que as crianças e os adolescentes são os mais vulneráveis ao aliciamento pelas redes da...
Posted by Jogue a favor da Vida on Terça, 1 de setembro de 2015

VII Encontro Nacional da Rede Um Grito pela Vida


O VII Encontro Nacional da Rede Um Grito pela Vida foi realizado em Brasília, de 27 a 30 de agosto, no Instituto São Boaventura. 

Com uma agenda repleta de atividades, @s participantes se reuniram em torno de temas centrais, tais como a reflexão sobre a caminhada dos núcleos regionais, o processo eletivo da nova coordenação, a comunicação da Rede e a produção dos instrumentos pedagógicos. A formação girou em torno das relações de gênero e suas influências na sociedade, com assessoria de Jaqueline Leite, representante do CHAME (Centro Humanitário de Apoio à Mulher).

A presidente da CRB Nacional, Ir. Maria Inês Ribeiro, mad, deu as boas-vindas e deixou sua mensagem de motivação para a equipe, ressaltando que "A Rede Um Grito pela Vida é o braço profético da CRB".

Durante os produtivos de dias de encontro, as dificuldades e conquistas da Rede foram partilhadas, com pausas para momentos de oração e confraternização. O Projeto Caminhos de Liberdade, implementado pela coordenação neste ano de 2015, teve seus resultados e perspectivas apresentadas. Dentre os frutos do trabalho, financiado pelo Fundo Nacional de Solidariedade, apresentou-se o jogo educativo Rede pela Vida - Enfrentando o Tráfico de Pessoas, o protótipo da revista em quadrinhos intitulada Na trilha de Maria - Armadilhas Invisíveis e deu-se um panorama sobre a produção do vídeo spot para redes sociais que está em processo de construção. A Comunicação surgiu como ponto importante e necessário para a trajetória de visibilidade da Rede.

A coordenadora da Rede, Ir. Eurides Alves de Oliveira, ressaltou que "A missão da Rede se faz movida pelo espírito de liberdade. (...) Podemos fazer o bem sendo eficazes e significativ@s."

O VII Encontro Nacional concluiu suas atividades com a soma de muitas partilhas advindas da caminhada dos núcleos de todas as regiões do Brasil, muito aprendizado, esperança e novas ideias. 


Acesse as fotos do VII Encontro nos álbuns da nossa fan page!

"A missão da Rede se faz movida pelo espírito de liberdade. (...) Podemos fazer o bem sendo eficazes e significativ@s." (Ir. Eurides Alves Oliveira - coord.)
Posted by Jogue a favor da Vida on Quinta, 27 de agosto de 2015

Integração, articulação, parcerias, comunicação, mística, missão, recursos, fé!
Posted by Jogue a favor da Vida on Sábado, 29 de agosto de 2015

3º Dia do VII Encontro Nacional da Rede Um Grito pela Vida - Assessoria de Jaqueline Leite
Posted by Jogue a favor da Vida on Segunda, 31 de agosto de 2015

Rede Um Grito pela Vida elege nova coordenação


ESCRITO POR CRB COMUNICAÇÃO LIGADO . PUBLICADO EM DESTAQUE
Por Rosinha Martins| 30.08.2015| Religiosas e religiosos dos núcleos da Rede Um Grito pela Vida, rede nacional da Vida Consagrada para o enfrentamento do Tráfico de Pessoas e Exploração Sexual, elegeram na manhã deste domingo, 30 a nova coordenação nacional.
Após um processo eletivo realizado durante os quatro dias do encontro, por meio de indicações, momentos de espiritualidade e diálogo, o grupo e elegeu com 54 votos,  Irmã Bárbara Halina Frugal da Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria; com 49 votos, Irmã Eurides Alves de Oliveira, da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria e 45 votos Irmã Anajar da Congregação das Irmãs
“Foi uma surpresa para mim mas eu acredito que é um desafio ainda maior por trabalhar em Belo Horizonte na Rede Um Grito pela Vida, percebo que realmente é um compromisso sério, que exige muita atuação e muita competência. Assumindo neste momento este serviço em nível nacional, sem dúvida será necessário se aprofundar muito mais, tendo mais consciência, mais parcerias para ajudar na caminhada do grupo”, disse Irmã
Sobre a problemática do Tráfico de Pessoas em Minas Gerais,  Bárbara disse que a Rede foca na questão da prevenção que se dá através da conscientização nas escolas. Um folder foi confeccionado para as escolas municipais, estaduais que atuam com adolescentes. Escolas e universidades tem aderido à proposta da Rede, desde o lançamento da Campanha Jogue a favor da Vida – denuncie o Tráfico de Pessoas.
Irmã Bárbara Halina (pronuncia-se Ralina) é natural da Polônia e há 17 anos atua como missionária no Brasil e desde de 2012 faz parte da Rede Um Grito pela Vida.
Irmã Eurides Alves de Oliveira fez um balanço da caminhada da Rede até então . “Foi um trabalho muito compartilhado com as articuladoras de região, com as referenciais. Um triênio muito denso de trabalho com atividades grandes que trazem um saldo muito positivo de crescimento na participação coletiva, de compreensão da dinâmica da Rede. É um tempo de gratidão por um caminho feito. Continuamos na perspectiva de continuar sendo um dos nós da Rede neste trabalho de animação”, enfatizou.
Irmã Anajar Fernandes da Silva, da Congregação das Filhas do Coração de Maria, é natural de Salvador – BA. Ela explica que a capital baiana é um grande foco de Tráfico por ser uma cidade litorânea, o que torna  necessário o trabalho da Rede de prevenção.
 “Achei significativo esse momento de eleição, porque sabemos que um grande número de pessoas traficadas são mulheres e negras e estando agora como colaboradora na equipe considero importante, porque trago como mulher, como baiana, esse referencial de que estou na defesa desse grande número de mulheres que são traficadas, mas sem negar as outras etnias. Estar na equipe será uma forma de trazer esse grito, muitas vezes silencioso das mulheres negras que não tem como se fazer ouvir”.
De acordo com Irmã Anajar, o núcleo da Rede contempla Salvador e Sergipe e o trabalho do enfrentamento se dá a partir da conscientização, cujas armas são a formação da consciência. “Usamos os meios de comunicação como rádio, jornais, televisão e  encontros para que as pessoas percebam a grande negativa que  o tráfico apresenta, que é a invasão do espaço alheio, da dignidade alheia. É um trabalho de chuva fina no terrenopara poder brotar a consciência”, afirmou. Irmã Anajar trabalha há três anos na Rede, mas sua paixão pelo trabalho nasceu a seis anos atrás quando teve contato com a Rede em Fortaleza.
A Celebração Eucarística de encerramento teve como presidente o Scalabriano padre Cláudio Ambrósio. Fazendo referência a leitura que tratava do Tráfico de José do Egito, padre Cláudio ressaltou que a grande motivação para traficar pessoas é o deus dinheiro. “Quando buscamos as razões da existência do tráfico sempre é colocado em primeiro lugar o deus dinheiro tomando o lugar do Deus verdadeiro, o deus mercado sendo dono das relações humanas.
Padre Claudio disse acreditar que como seguidores de Jesus, “temos que trabalhar muito para recolocar o Deus Verdadeiro no seu devido lugar, pois vivemos num clima de idolatria, de uma subjetividade egoísta que pensa no aqui e agora, sozinha, e que é totalmente contrária à mensagem do Evangelho”.

Tráfico de Pessoas e relações de gênero é tema de encontro da Vida Consagrada, em Brasília

ESCRITO POR CRB COMUNICAÇÃO LIGADO . PUBLICADO EM DESTAQUE

Por Rosinha Martins|29.08.2015| Cerca de 60 religiosas e religiosos advindos de todas as regiões do Brasil, se encontram reunidos em Brasília para o VII encontro nacional da Rede Um Grito pela Vida, rede nacional de prevenção ao Tráfico de Pessoas.
O evento, que acontece no Instituto São Boaventura dos Franciscanos Conventuais, em Brasília, reúne religiosas e religiosos dos 23 núcleos da Rede para debater o tema relação de gênero no enfrentamento do Tráfico de Pessoas para qualificar e ampliar a atuação profética e solidária dos núcleos na abordagem das causas geradoras Tráfico Humano.
“Queremos aprofundar e crescer a consciência do sentido de pertença à Rede Um Grito Pela Vida, fortalecendo a nossa identidade e compromisso, como também, estudar e analisar as relações de gênero como uma das causas estruturais do Tráfico de Pessoas e ainda, realizar o processo eletivo da articulação nacional”, afirma a coordenadora nacional da Rede, a religiosa da congregação do Imaculado Coração de Maria, Irmã Eurides Alves de Oliveira.
A religiosa da Congregação das Irmãs Clariassas Franciscanas, Rosa Maria da Silva Ferreira  disse fazer parte da Rede de prevenção ao Tráfico por que, como indígena,  se sente sensível à realidade do Tráfico que envolve as comunidades indígenas no Amazonas, especificamente no Pará e em Manaus.  “Meninas indígenas tem desaparecido de suas tribos, em Manaus, por tráfico para fins de exploração sexual, uma vez que a capital é  fronteira com a Venezuela. Sempre gostei de trabalhar com menores em situação de risco e me chama a atenção esta questão do Tráfico, e me identifico muito com este trabalho de prevenção”, disse.
Rosa informou também que no  Pará, área de sua atuação, o Tráfico acontece constantemente nas populações ribeirinhas. “O nosso trabalho de prevenção se dá nas escolas, nas praças e na formação para professores”.
“O trabalho de prevenção é muito importante por ser uma questão mundial”,afirmou a Irmã da Congregação das Irmãs de Jesus Crucificado, Maria Raimunda. “Em Brasília nós atuamos junto ao núcleo de enfrentamento de Tráfico do Ministério da Justiça, para somar forças. Realizamos em julho a semana de conscientização sobre Tráfico, em vista da prevenção. É uma parceira que está dando visibilidade e reconhecimento ao trabalho da Rede Um Grito pela Vida”. A ideia, acrescentou, “é formar uma rede de enfrentamento com instituições governamentais e não governamentais no DF”.
Na capital federal o Tráfico de Pessoas se dá, também, por meio das redes hoteleiras.  Outros casos, como ofertas de trabalho fora do país, também são comuns. “Estou acompanhando um caso de uma jovem brasiliense que está desaparecida após aceitar oferta de trabalho no exterior”.
Ainda de acordo com Irmã Raimunda, pessoas especiais, como surdos-mudos são vítimas do tráfico de pessoas no DF. Uma surda-muda contou para a mãe haver recebido uma proposta de trabalho em São Paulo. Interrogando-a,  a mãe descobriu que ela se encontrava com o aliciado em um hotel da cidade.
Dados comprovam que em todas as regiões do Brasil existe uma rota do Tráfico de Pessoas. No sul do Brasil a tendência é levar as garotas para as regiões de construção de usinas, no norte. Isso se deve, segundo o religioso scalabriniano que faz parte da Rede no Paraná, padre Cláudio Ambrósio, ao fato de que as paranaenses são vistas como belas, loiras, portanto presa fácil para a exploração.
Padre Cláudio relatou que sua paixão pelo trabalho de prevenção nasceu quando trabalhava no CELAM e na CNBB no setor de Mobilidade Humana. “Organizamos em nível nacional dois seminários sobre o tema, e paralelamente a isso nasceu na CRB a Rede Um Grito pela Vida,  quando comecei a participar e a conhecer experiências de pessoas traficadas”, relatou.
A Rede Um Grito pela Vida, é formada na maioria dos núcleos por mulheres consagradas. No Paraná, a rede nasceu a mais ou menos um ano partir de um religioso agostiniano e outro scalabriniano que se uniram para dar forma à rede na região. “Hoje somos um grupo de dez  religiosos e religiosas que formamos a Rede um Grito pela Vida no Paraná”, explicou padre Cláudio, cs.
Para padre Cláudio a  migração tem uma relação muito grande com o Tráfico por dois motivos. Primeiro porque fragiliza a pessoa, principalmente os indocumentados. Segundo porque os traficantes utilizam as mesmas rotas de migrantes para traficar as pessoas.
Padre Cláudio ressaltou, ainda, o fato de que o Tráfico faz parte do cotidiano e a sociedade não está atenta para isso. “Numa paróquia que trabalhava os fiéis me chamaram a atenção para uma Kombi que circulava nas vizinhanças da paróquia todos os dias levando e trazendo crianças da periferia para o centro. Descobrimos que eram crianças que  vinham trabalhar como medicantes e no fim do dia deveriam entregar cinquenta reais aos aliciadores. O que ganhavam a mais pertencia a elas. E se não conseguissem nada, sofriam algum tipo de castigo. Por trás de uma criança ou de uma pessoa especial que pede esmola, pode ter um traficante", advertiu.
Em mensagem por ocasião do encontro Latino-americano sobre o Tráfico de Pessoas, as coordenadoras das redes lationoamericanas de prevenção ao Tráfico, da Vida Consagrada, destacaram a importância de os religiosos e religiosas se incentivarem e se animarem para um compromisso cada vez  maior com  esta causa. “No Ano da Vida Consagrada, sentimos que precisamos intensificar a profecia através do anúncio da Boa Notícia e da denúncia de tudo aquilo que fere a dignidade das pessoas  e a violação dos seus direitos”, diz trecho da mensagem.
O tema das relações de gênero e tráfico de pessoas está sendo aprofundado durante todo o dia deste sábado, 29, pela socióloga, Jaqueline Leite. Para a assessora o tráfico tem muita ligação com as relações de gênero, no caso do Brasil, devido ao contexto no qual foram educadas as meninas brasileiras. Um contexto machista e patriarcal. “Nós fomos educadas para dentro do lar, para sermos donas de casa, obedientes ao marido, o que nos faz ser vistas como sexo frágil e mais vulnerável a crimes como o tráfico de pessoas”, acenou.
O VII encontro da Rede Um Grito pela Vida segue até o domingo, 30, quando a entidade apresentará a nova coordenação nacional.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Jogo pedagógico REDE PELA VIDA já está em fase de produção - Prevenção ao Tráfico de Pessoas nas escolas


Para trabalhar o tema TRÁFICO DE PESSOAS nas escolas, a Rede Um Grito pela Vida desenvolveu o jogo pedagógico "Rede pela Vida - Enfrentando o Tráfico de Pessoas". O material , que contou com uma equipe de elaboração, formatação e direção criativa, já está em fase de produção e será lançado no VII Encontro Nacional do projeto, que acontecerá em Brasília, de 27 a 30 de agosto. 




"Nosso objetivo é contribuir na prevenção ao Tráfico de Pessoas, chamando as crianças e adolescentes a conhecer e protagonizar o enfrentamento desta realidade criminosa que destrói os sonhos e as vidas de tantas pessoas", comenta a coordenadora da Rede, Ir. Eurides Alves de Oliveira. 




Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do Adolescente, modalidades do Tráfico de Pessoas, formas de enfrentamento e denúncias são os temas abordados ao longo do trajeto do jogo, marcado pelo aprendizado. Os jogadores são agentes do bem, que devem defender os direitos e a dignidade humana. Cada equipe de jogadores deve identificar suas cartas de DENÚNCIA para estabelecer o rumo de sua missão. Cada carta mostra o local onde a vítima está e o tipo de Tráfico de Pessoas. Na medida em que aprendem sobre políticas públicas, democracia e condições de vida, as equipes ganham força e se aproximam dos locais dos crimes reunindo quesitos para resgatar as pessoas em situação de exploração.

Da esq. para a direita (equipe de elaboração do jogo): Professora Vanessa Mariano Domingues, Irmã Cecília Castro Gomes e Nanda Soares, Comunicadora e Articuladora Social. 

O objetivo do jogo é libertar todas as pessoas traficadas. Cada casa andada significa um passo de esperança para quem está sendo explorado (a). As equipes não jogam umas contra as outras, mas sim contra o Tráfico de Pessoas. Vence quem libertar os personagens primeiro. Mas ganham todos, com união e conhecimento! As equipes formam uma REDE PELA VIDA.

Cartas e marcadores do jogo Rede pela Vida.

Tabuleiro em lona e formato especial para proporcionar
maior durabilidade e melhor visualização para as equipes.

Embalagens em tecido ecológico, feitas com fibras de garrafa Pet. 

Seguimos abençoadas/os no
processo de produção!


FICHA TÉCNICA

PROJETO E COORDENAÇÃO
Rede Um Grito pela Vida
Ir. Eurides Alves de Oliveira (coord.)

ELABORAÇÃO E DIREÇÃO CRIATIVA
Irmã Cecília Castro Gomes
Vanessa Mariano Domingues
Fernanda Soares de Miranda Santos | Conectidea - conectidea.com.br

ILUSTRAÇÕES
Estúdio Black Ink – www.blackink.com.br

IDIOMA
Português

INDICAÇÃO DE FAIXA ETÁRIA
A partir de 11 anos. Jogo desenvolvido para
sensibilização de adolescentes quanto à
realidade do Tráfico de Pessoas (ação de
prevenção).

CLASSIFICAÇÃO DO MATERIAL
Jogo pedagógico

OBJETIVO
Informação, sensibilização e prevenção
ao Tráfico de Pessoas.

INFORMAÇÕES E FORMAÇÕES
gritopelavida.blogspot.com
gritopelavida@gmail.com
facebook.com/redegritopelavida
(Jogue a favor da Vida)

Apoio: FNS (Fundo Nacional de Solidariedade)

----------------------------
VI encontro Nacional da Rede Um Grito pela Vida


Brasília - 27 a 30 de agosto/2015
Tema: Redes e Relações de Gênero no enfrentamento ao Tráfico de pessoas


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

CURITIBA/PR EM AÇÃO NA SEMANA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO – Campanha Coração Azul


A Rede Um Grito pela Vida - Núcleo Curitiba - participou de uma intensa programação na SEMANA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO em prol da Campanha Coração Azul.

De 27 de julho a 1º de agosto de 2015, ações de sensibilização foram realizadas em conjunto com outras instituições. 


O lançamento da campanha ocorreu na Paróquia Bom Jesus dos Perdões, com a presença de Frei Alexandre. Em seguida, uma Blitz após a missa contou com a atuação de participantes do NETP/PR (Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas)  e da Rede Um Grito Pela Vida. 

Durante a semana, também houve divulgação da “Campanha Coração Azul” em alguns cursos/turmas do SEST/SENAT, SENAI, SESC, SENAC, com uma breve fala de conscientização aos estudantes. NETP/PR e ViraVida apoiaram e encaminharam esta importante ação. 

Além da Bliz pós-missa, aconteceu a Blitz na Rodoferroviária de Curitiba, com mais engajamento ainda. Estiveram presentes participantes so NETP/PR, ViraVida, JOCUM,  Rede Um Grito Pela Vida e Centro de Defesa Dom Hélder Câmara.

Para finalizar a semana, mais formação e ações de impacto! 

No dia 30 de julho realizou-se um seminário em parceria com o Centro de Defesa Dom Hélder Câmara e no dia 31, mais uma Blitz que aconteceu no Aeroporto Internacional Afonso Pena. 

As intervenções somam mais participação e novos olhares, o despertar para a realidade do Tráfico de Pessoas. 






Acesse nossa fan page Jogue a favor da Vida e confira mais fotos!
A Rede Um Grito pela Vida - Núcleo Curitiba - participou de uma intensa programação na SEMANA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO em...
Posted by Jogue a favor da Vida on Segunda, 10 de agosto de 2015

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Rede Um Grito Pela Vida realizou Ação de Intervenção Social no porto em Manaus junto aos barcos que saem para o festival de Parintins


"Vamos festival da Neste caprichar na Diversão e garantir o cuidado com a vida".

A Rede Um Grito Pela Vida / Regional Amazonas / Roraima da Conferencia dos Religiosos do Brasil realizu Mais uma AÇÃO SOCIAL DE PREVENÇÃO de Intervenção AO TRÁFICO DE PESSOAS, POR Ocasião festival Fazer em Parintins que Reúne milhares de Pessoas de Todos os ano.
O grupo da Rede e Outras Instituições Parceiras Atuou no porto da Manaus Moderna na Capital Manaus, nsa Diversos barcos Que Sairam nsa dias 23 e 24/06 Parintins Pará, Fazendo Uma abordagem Às PESSOAS Que viajam PARA O festival, distribuindo o material de informativo Sobre o tráfico PESSOAS DE. Sabemos, que POR Ocasião destas festas Temáticas Nenhum Estado do Amazonas, também aumentam Como Diversas Formas de violação dos DIREITOS E UMA DELAS E o crime Fazer tráfico de Pessoas Paragrafo barbatanas de Exploração sexual. Podemos Nao deixar de alertar a População.
O 50º Festival Folclórico de Parintins Será Realizado nsa dias 26, 27 e 28 de junho, Reúne milhares de Pessoas vindas de Diversas Cidades do Brasil e exterior.
Junte-se à nos, vamos caprichar na Diversão e garantir o cuidado com a vida.

A Rede Um Grito Pela Vida Regional Amazonas/Roraima participa da Oficina promovida pelo IACAS.

http://www.amazonasnoticias.com.br/o-amazonas-eo-sexto-estado-da-regiao-norte-a-receber-oficina-de-enfrentamento-a-violencia-sexual/
O Amazonas E o Sexto Estado da Região Norte a Receber Oficina de Enfrentamento à Violência Sexual
O Instituto de Assistência a Criança e Adolescente Ao Santo Antônio (IACAS), Entidade filiada a Rede ECPAT Brasil, em Parceria com o Conselho Nacional dos DIREITOS da Criança e do Adolescente (Conanda), Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e Comitê Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, realizará no Estado do Amazonas uma oficina "Mobilizando e Articulando Ações PARA O Enfrentamento à Violência Sexual na Região Norte". O evento Será Realizado nenhuma Hotel Quality Manaus, LOCALIZADO na Avenida Mário Ypiranga, 1090 - Adrianópolis, nos dias 24, 25 e 26 de junho de 2015.
A Oficina TEM POR Objetivo o fortalecimento da Rede de Proteção em Estados da Região Norte, um Fim de contribuir para à garantia da Defesa dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Os Três dias de Encontro TEM Como foco a Mobilização e Articulação da sociedade civil, não Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças EO Adolescentes.
No Primeiro Dia de Programação, o evento receberá o Pesquisador, Professor e Coordenador do Núcleo de atendimento Psicológico à Criança e Adolescente Vítima de Violência Sexual da Arquidiocese de Manaus, Padre Drº Joaquim Hudson de Souza Ribeiro that apresentará uma História da Criança no Brasil: Linha fazer andamento da Luta Pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. A psicóloga, mestra e Pesquisadora, Patrícia Souza Cavalcante, coordenará um DISCUSSÃO Sobre o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, traumas e Cicatrizes.
Já há Segundo dia fazer um evento Doutora em Política Social Cristiane Fernandez, apresentará AOS Participantes um Situação da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes do Estado do Amazonas, Cristiane Fernandez E Professora da UFAM e Especialista nsa temas: Política, Violência Doméstica, Criança e adolescente, Jovem, ECA, Serviço Social e Violência sexual infanto-juvenil.
Entre OS Convidados da oficina eStara Presente nenhum dia Segundo a Secretaria Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência sexual contra Criança e adolescente, Karina Figueiredo that apresentará nenhuma Período da Tarde fazer Segundo dia o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças EO Adolescentes.
O Papel da Sociedade eA importancia nenhuma Civil Controle eA social efetivação das Políticas Públicas Para uma Criança EO adolescente Será apresentado no Terceiro e ultimo dia de oficina Pela Assistente social, Liliam Castro de Vasconcelos da Ong, Lar Fabiano de Cristo.
O Projeto "Mobilizando e Articulando Ações PARA O Enfrentamento à Violência Sexual na Região Norte" iniciou em Maio de 2014 na Capital do Amazonas e 15 meses Durante percorreu de Todos os Estados da Região Norte. Na oficina da Capital Amazonense OS Integrantes da Rede de enfrentamento Terao uma Oportunidade de debater o tema, PARTICIPAR de Palestras e compartilhar SUAS Experiências atraves de Depoimentos.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

TECENDO ALIANÇAS INTERCONGRACIONAIS DIANTE DA REALIDADE DO TRÁFICO HUMANO

 “Somos sensíveis e chamadas a ir ao encontro dessas situações a fim de sermos sinais da presença de Deus, abraçando juntas os novos desafios que se apresentam na cotidianidade”. (Ir. Nilma)


No dia 17 de Junho. Ir. Manuela Rodríguez (Oblatas do Santíssimo Redentor), do Núcleo da Rede Um Grito pela Vida- SP e da Articulação Nacional, foi convidada pelas Irmãs Missionárias Combonianas para falar da Rede Um Grito Pela vida: histórico, funcionamento da rede, objetivos, atividades, alegrias e desafios, dentre outros temas. A participação aconteceu em uma assembleia da Congregação, em Vitória (ES).

As participantes foram duas leigas Combonianas, um padre e 26 irmãs de diferentes nacionalidades: Equador, México, Peru, Colômbia, Guatemala, Costa Rica, Itália, Estados Unidos e do país anfitrião, Brasil.


Foi um espaço de partilha, de troca de saberes e experiências, de busca de fidelidade criativa ao carisma da família de Missionárias Combonianas. Um espaço para concretizar um agir como Congregação em nível de América, materializado em um compromisso bem concreto diante da realidade gritante do Tráfico de Pessoas. E esse compromisso ficou definido com a clareza de que o apelo de Deus que vem da realidade do tráfico humano é inerente ao carisma da Congregação.

Ir. Nilma, Coordenadora Provincial da Congregação, confirma esse compromisso falando sobre este espaço de reflexão: “A assessoria foi muito positiva pela maneira simples e competente com que nos apresentou a Rede “Um Grito pela Vida”. A metodologia usada foi bem participativa e foi uma maneira de tomarmos mais conscientes do trabalho em rede e Intercongregacional. Sabemos que o Tráfico de Pessoas nos interpela, e como mulheres consagradas, somos sensíveis e chamadas a ir ao encontro dessas situações a fim de sermos sinais da presença de Deus, abraçando juntas os novos desafios que se apresentam na cotidianidade”.

Esses são espaços onde a Rede Um Grito pela Vida é presente para fazer acontecer o aprofundamento, a sensibilização e continuar acreditando na utopia de que é possível uma sociedade sem tráfico humano. Tecemos redes e alianças de solidariedade como Vida Religiosa, como cristãos e cristãs, empenhados/as em espalhar as sementes do Reino e recolher frutos de humanização e inclusão das pessoas traficadas.

Para concluir, trazemos à tona as palavras do Papa Francisco, que também  faz questão da sensibilidade e da profecia, quanto à realidade do Tráfico de Pessoas na mensagem da abertura da CF 2104, dirigidas aos/as cristãos/as.

“Não é possível ficar impassível sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria! Pense-se em adoções de criança para  remoção de órgãos, em mulheres enganadas e obrigadas a prostituir-se, em trabalhadores explorados, sem direitos nem voz, etc.” (Mensagem do Papa Francisco na CF 2014)


Ir. Manuela Rodríguez Piñeres (OSR) - Núcleo SP

sábado, 20 de junho de 2015

NORDESTÃO DA REDE UM GRITO PELA VIDA


Nos dias 12 a 14 de junho, estivemos Reunidas em Caucaia-CE, parágrafo PARTICIPAR fazer Nordestão II da Rede Um Grito pela Vida. Com a assessoria de Jaqueline Leite, Coordenadora Geral do Chame - Centro humanitario de Apoio à Mulher, that trabalhou Conosco, uma analise sociológica da Realidade fazer tráfico de Pessoas a nivel nacional e internacional ... Éramos 61 Participantes, viemos da BA, SE, PE, PB, RN, CE e PI, parágrafo Partilhar Experiências Vividas em NOSSOS Regionais e núcleos e com sede com sede de Aprender sempre Mais Sobre o trafico de Pessoas e Como atuar sem Seu enfrentamento de forma qualificada. Aprender, Sobretudo, a escutar a dor d @ outr @. Animar-SOE e fortalecer Nossa Atuação em Rede. Como fotos revelam uma alegria do Encontro EO Desejo de continuarmos Nossa Caminhada Mais Consciente.

Festival do Boi em Parintins - Rede Um Grito Pela Vida realiza ação de intervenção social.

A Rede Um Grito Pela Vida - Regional Amazonas/Roraima realizará nos dias 23 e 24 de junho dias que antecedem o Festival do Boi em Parintins uma Ação de Intervenção Social no porto de Manaus, junto aos barcos que irão para o festival, com o objetivo de prevenção ao tráfico de pessoas.

Tráfico humano: a vida religiosa se faz presente nas periferias existenciais

Tráfico humano: a vida religiosa se faz presente nas periferias existenciais

Um dos desafios que todo cristão tem que enfrentar é se fazer presente no meio daqueles que a sociedade ignora, rejeita, tira proveito, explora... É o que o Papa Francisco chama de “periferias existenciais”, onde cada vez habitam mais pessoas. Entre aqueles que fazem parte dessas periferias estão aqueles que sofrem exploração sexual, quase sempre mulheres, muitas vezes minores de idade, que são submetidas a este tipo de abusos, com a aprovação de uma sociedade que se cala por medo, por falta de compromisso, por interesse... ou por muitos outros motivos que mostram a necessidade de que as coisas mudem.

Para tentar que a situação seja diferente, em 2006, a Confederação dos Religiosos Brasileiros (CRB), criou a “Rede um grito pela Vida”, com o objetivo de combater o tráfico de pessoas. Espalhada em quase todos os estados do país, está constituída por 250 religiosos e religiosas de diferentes congregações que se articulam em núcleos, tentando ser uma voz profética para a sociedade brasileira.

De fato, na sociedade falta essa consciência que faça possível esse crime da exploração sexual e do tráfico de pessoas, também para o comercio de órgãos ou o trabalho escravo ou em condições degradantes, onde são envolvidas muitas crianças dos chamados países do Sul.

Até em alguns setores da própria Igreja Católica, a rede encontra muitas vezes a falta de interesse para realizar esse trabalho de conscientização. É verdade que a Campanha da Fraternidade de 2014, que abordava esta temática, ajudou a ter maior consciência e a atenção para com estas pessoas tenha melhorado, mas sabendo que ainda tem um longo caminho para percorrer, como mostram as estatísticas em referencia a quem é atingido por esta lacra social.

A partir de um trabalho em parceria com diferentes organizações, a rede pretende prevenir este tipo de situações, realizando um trabalho de informação com adolescentes e jovens, que são as possíveis vítimas. Tudo isso a partir da reflexão e o estudo que ajude a entender as causas, instruindo as pessoas que possam ajudar no combate da exploraç4ao sexual e mobilizando a sociedade para ser cada vez mais sensível diante desta problemática. Alem disso, promovendo a elaboração de políticas públicas que possam ajudar no combate deste mercado do crime organizado.

O problema da exploração sexual é comum no Brasil todo, mas é acentuado nas regiões Norte e Nordeste. Um informe recente da Policia Rodoviaria Federal constata a existência de quase 2.000 pontos de exploração sexual nas margens das rodovias federais brasileiras, o que demonstra que o problema é conhecido, mesmo que as soluções não apareçam.

Um dos pontos onde este problema está presente é Manaus, como constatam Eurides Alves de Oliveira e Roselei Bertoldo, religiosas da Congregação do Imaculado Coração de Maria, que coordenam o núcleo da capital amazonense e de lá se fazem presentes em diferentes lugares. É aqui onde se concentram muitas das mulheres, boa parte delas menores, da Região Norte do país para depois ser levadas, a maioria das vezes enganadas, para fazer parte das redes de prostituição, tanto dentro quanto fora do país.

Os testemunhos que elas contam nos levam a descobrir a crueldade deste tipo de crimes. Situações arrepiantes, como a mãe que leva sua filha adolescente para ser explorada no porto de Manaus, reconhecendo em prantos que é o único jeito de poder comer e que faz isso porque ela, que sendo adolescente já era levada pela própria mãe, com trinta e poucos anos, já e considerada velha e é rejeitada pelos criminosos que participam deste tipo de sacanagens. ¿Como reagir diante destas situações? ¿Como ser presença de Deus no meio daqueles que sem nenhuma dúvida são os últimos dos últimos?

Do mesmo modo, contam a situação das mulheres que são levadas nos garimpos no Suriname, dizendo que vai ser cozinheiras, e chegando lá se tornam escravas sexuais dos trabalhadores, com poucas possibilidades de fugir de um lugar aonde chegaram após dias ou semanas de viagens em caminhos que nem conhecem e sem dinheiro no bolso. A mesma coisa daquelas que são enviadas para Europa e caem nas redes de prostituição e se tornam escravas sexuais.

O último caso veio à luz no sábado 6 de junho. Com a colaboração das associações italianas “Il Mantello” e “Liberaziones e Speranza”, que previamente tinham sido acionadas pela “Rede um Grito pela Vida”, foi libertada uma jovem de 20 anos, que tinha saído de Rio Branco, capital do Acre, para trabalhar como empregada doméstica na casa de uma família italiana, com a promessa de receber um salário muito acima do que poderia ganhar no Brasil. Chegando lá se tornou escrava sexual. Só um número a mais numa estatística que permanece por muito tempo.

Ou as adolescentes e jovens que, sem possibilidade de estudar nas comunidades do interior onde moram, são acolhidas por familiares ou amigos da família na cidade, para se tornar empregadas domésticas sem salário e satisfazer os desejos sexuais dos homens da casa.

Mudar as coisas não é fácil, pois o povo tem medo de denunciar estas situações que são conhecidas por todos. Tem muito “peixe grande” implicado e falar pode se pagar com a vida. Empresarios, políticos, representantes dos diferentes poderes fazem parte deste esquema criminal, que ameaça abertamente a quem tem coragem de denunciar. Assim aconteceu com Dom Azcona, bispo da Prelazia do Marajó, e com muitos outros que se encontram na mesma situação, ameaçado de morte desde há vários anos, mas que renunciando à proteção policial tem se tornado um verdadeiro profeta da luta na defesa dos direitos sociais e da vida do seu povo, a partir da fé e a esperança em que as coisas possam mudar.

O clamor de tantas pessoas, sobretudo mulheres, adolescentes, meninas, faz que a vida religiosa queira ser voz profética no meio daquelas que indefesas imploram vida e dignidade. Uma presença que hoje se faz precisa para continuar sendo presença do Amor de Deus nas periferias.

Luis Miguel Modino
Versão em espanhol publicada em:

http://blogs.periodistadigital.com/luis-miguel-modino.php/2015/06/09/trata-de-personas-la-vida-religiosa-se-h